Essa noite o sonho começou quando eu e Lívia saímos de dentro da casa dela cheia de malas e um prato com queijo e presunto cortadinho que estávamos comendo. Parece que estávamos no Janga nos organizando pra voltar de viagem. Enquanto os meninos estavam no carro esperando o semáforo abrir, Lívia e eu ficamos comendo numa mesa de cimento exatamente atrás do carro, em vários momentos eu quis me livrar do pratinho e dos talheres, deixar por ali mesmo pra que a gente fosse embora, mas Lívia dizia que o Janga não era seguro e que alguém iria roubar as coisas se a gente deixasse lá. De repente quando a gente viu, os meninos saíram do carro pra fumar, então comecei a ficar aperriada, "Os meninos vão demorar e eu to querendo ir pra casa!", pensei. Depois disso, as coisas mudaram no sonho, apareceu uma casa e um monte de gente, inclusive, minha mãe, meu pai, minha irmã. As pessoas que estavam no carro mudaram e eu só consegui reconhecer um dos meninos que na verdade era o motorista do carro. Além disso parecia que a gente estava agora num lugar muito mais longe que demoraria muito mais pra chegar em casa.
Creio que isso tenha me deixando mais ansiosa e cada vez mais agoniada. Sabe quando fica aquela enrolação, que suas malas já estão no carro e ninguém vai embora? Pronto, foi o que aconteceu no sonho. Em um certo momento eu estava no primeiro andar da casa, na varanda com minha mãe, e vejo os meninos trazerem o filho da vizinha pra brincar, ou seja, mais demora! Foi o momento em que eu expressei minha ansiedade pela primeira vez, "Eu quero ir embora..." e minha mãe me olhou de forma crítica e começou a brigar e a me criticar por isso, aí eu entrei na casa e comecei a dizer que eu já tinha ido com outras pessoas pra não ter esse tipo de prolema com ela e que isso não era uma assunto e eu não ia discutir com ela a respeito. Enquando a gente brigava meu pai ficou do lado com uma cara de quem não estava entendendo nada e eu me irritei tanto que comecei a esmurrar a mesa de raiva, então resolvi sair porque meus amigos começaram a ir embora realmente. Quando cheguei lá embaixo eu vi que estava com um pijama de calça e mangas compridas e por isso pedi pra pegar uma blusa na minha mala pra não sentir calor na viagem, mas pra isso tive que me dependurar no porta malas aberto pra conseguir encontrar a minha mala e meu amigo, que tava dirigindo começou a dar ré no carro e depois foi dar a volta, de frente, na beira do rio, então todo mundo começou a rir e eu dizendo, "Valeu Da Mata, Valeu!". Sendo que não era Da Mata que estava dirigindo e eu chamando o menino de Da Mata, só lembrei do nome dele quando acordei.
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