Não to gostando nada disso, to acordando muito cedo, hoje mesmo acordei às 6h37, tudo bem porque eu tinha que acordar as 7h, mas mesmo assim, chega o fim de semana e mesmo que eu saia e volte tarde me acordo super cedo também, saco!
Enfim, essa noite sonhei outra vez que tava no Brasil e que estava assistindo televisão o dia inteiro no sofá, me sentia uma gorda infeliz. Não sei se isso foi uma imagem do passado ou do futuro, porque o sofá que eu estava deitada era um antigo sofá da minha casa, capaz que era uma visão do passado pra eu não me esquecer e fazer algo diferente agora.
Esse blog foi criado pra que eu possa escrever o que eu lembro dos meus sonhos quando acordo.
quinta-feira, 31 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Sonho do sonho
Essa noite eu sonhei que acordava de outro sonho e pensava se escrevia ou não no blog o que eu tinha sonhado, mas como o tal sonho tinha sido erótico ficava imaginando que não ia conseguir escrever.
Eu já refleti um pouco sobre isso, sobre escrever aqui coisas que podem expor algumas pessoas e até a mim mesma porque eu não controlo meus sonhos e eles refletem muito da realidade que vejo, que escuto, que falo...
Um dia desses eu estava conversando com minha amiga uruguaya porque havia sonhado com a morte de uma pessoa da minha família, coisa que eu não queria escrever pra não perpetuar esse pensamento e ela me sugeriu que eu poderia escrever a forma como me senti no sonho e não de fato o que acontecia... Não sei se consigo fazer isso porque eu sou muito direta, nunca consegui desenvolver uma maneira não literal de dizer as coisas, mas de qualquer forma vou tentar e vê o que sai:
Mais uma vez esse sentimento me consome, mas agora não é mais real, está somente na minha cabeça, mesmo assim a ideia ainda me consome. No momento do sono, no momento de maior relaxamento do corpo e da mente, eu posso não só sentir emoções, como também, ver, cheirar, tocar de uma forma tão real que me engana.
Foi o que aconteceu esta noite, não queria sair, queria ficar pra ver até onde eu ia chegar, mas não sei porque é tão difícil chegar até o fim dos meus sonhos, eles sempre acabam pela metade... Acabando também com o meu prazer ou me aliviando do perigo. Tentei tomar o trem de volta ao mundo dos sonhos pra continuar de onde eu havia parado, mas todo mundo sabe que isso é impossível... Mas tudo bem, hoje de noite, quem sabe, tem mais...
Eu já refleti um pouco sobre isso, sobre escrever aqui coisas que podem expor algumas pessoas e até a mim mesma porque eu não controlo meus sonhos e eles refletem muito da realidade que vejo, que escuto, que falo...
Um dia desses eu estava conversando com minha amiga uruguaya porque havia sonhado com a morte de uma pessoa da minha família, coisa que eu não queria escrever pra não perpetuar esse pensamento e ela me sugeriu que eu poderia escrever a forma como me senti no sonho e não de fato o que acontecia... Não sei se consigo fazer isso porque eu sou muito direta, nunca consegui desenvolver uma maneira não literal de dizer as coisas, mas de qualquer forma vou tentar e vê o que sai:
Mais uma vez esse sentimento me consome, mas agora não é mais real, está somente na minha cabeça, mesmo assim a ideia ainda me consome. No momento do sono, no momento de maior relaxamento do corpo e da mente, eu posso não só sentir emoções, como também, ver, cheirar, tocar de uma forma tão real que me engana.
Foi o que aconteceu esta noite, não queria sair, queria ficar pra ver até onde eu ia chegar, mas não sei porque é tão difícil chegar até o fim dos meus sonhos, eles sempre acabam pela metade... Acabando também com o meu prazer ou me aliviando do perigo. Tentei tomar o trem de volta ao mundo dos sonhos pra continuar de onde eu havia parado, mas todo mundo sabe que isso é impossível... Mas tudo bem, hoje de noite, quem sabe, tem mais...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Sonho sem fim
Tudo começou quando eu estava conversando com meu amante. Quer dizer, a amante era eu, porque essa pessoa tava casada, mas enfim, estávamos falando de um casal cujo um parente da menina havia morrido e o rapaz, o seu companheiro, que não era ainda um namorado, lhe dava muita atenção, se convertia em uma pessoa muito amável nesse momento. Eu comentava que achava isso lindo e que parecia que essa relação deles daria certo por conta dessa atenção que ele dedicou a ela nesse momento, então meu "caso", com quem eu tinha uma ótima relação, dizia ou de alguma forma demonstrava uma estranheza em relação ao que eu tava dizendo... Não concordava, achava que isso não queria dizer nada.
Ao longo do sonho muitas coisas aconteceram, eu morava com minha família numa casa grande e meu avó por parte de pai vinha morar conosco, mas acabava falecendo como realmente faleceu, perto do dia do seu aniversário que era no mesmo dia do da minha irmã. Nesse momento todo o sonho muda, de repente eu estou me vejo só, sem minha família, apenas com três pessoas, e nós tínhamos que passar por um lugar que era proibida a nossa entrada, não sei muito bem porque, mas que era super bem protegido. Isso tudo para chegar ao funeral do meu avô.
Aí começou a agonia, primeiro nós tirávamos a roupa pra que ninguém percebesse que a gente era de fora e ficávamos abaixadas ou escondidas em cada lugar que passávamos pra que nenhum dos guardas que as vezes apareciam na janela nos visse. Em uma sala dessa casa, que às vezes não parecia ser uma casa, estava cheia de gente e nós entramos e ficamos deitados no chão atrás de um sofá. Era estranho porque parecia que as pessoas nos viam, mas não nos olhavam e não falavam nada porque não nos conheciam, mas também não nos denunciavam aos seguranças do lado de fora. Bom, as duas pessoas que me acompanhavam que nesse momento era um rapaz negro e uma menina, começaram a cantar a música que estava tocando e tentaram se levantar pra olhar, como se achassem que poderiam participar, e eu ficava super irritada achando que assim eles estavam colocando em risco nossa segurança. Quando a música parou e todos foram embora, nos levantamos e eu fui pegar minha bolsa e meu casaco que estavam em uma cadeira, mas nesse momento me dei conta que essas coisas não eram mais minhas, que eu as havia deixado do lado de fora quando tirei a roupa pra fugir, para que ninguém visse que eu não era dalí, então minhas coisas foram dadas a outra pessoa... Essa percepção me dava um raiva, eu comecei a gritar com os dentes cerrados porque não podia fazer barulho e bater o meu casaco no chão, pensando, "Que merda, além de ser perseguida ainda tenho que ver que outras pessoas ficaram com as minhas coisas!"
Depois disso eu saí dessa sala e fui pra outro quarto pra ver se eu encontrava roupas pra vestir. No quarto onde entrei estavam roupas das minhas primas que estavam viajando, tudo muito organizado, eu já conhecia esse quarto, era como um anexo da casa que havia sido construído pra filha dos donos que havia se casado e morava aí... Outro ármario que eu abria só tinha roupas da minha mãe, sapatos e fotos com coisas escritas sobre meu irmão, comecei então a procurar uma foto que tivesse algo escrito sobre mim e de repente eu já estava em outro lugar, no mesmo que aparecia nas fotos que eu tava olhando. Era um deserto e eu tinha que fugir porque apareciam os guardas que haviam descuberto que havia invasores. Eu saí correndo do quarto pelas montanhas, primeiro porque alguma coisa me chamava atenção de longe e depois porque eu vi que estavam chegando os seguranças. Eu via também uma família que tentava fugir, mas as cercas elétricas magnéticas não deixavam... Esse sonho não teve fim, claro, a maioria dos sonhos não têm porque a gente acaba acordando em um momento de excitação do sonho, ou seja, se eu ainda estivesse dormindo, ainda estaria sonhando e capaz que até agora ainda não teria conexão com as outras partes dos sonho.
Ao longo do sonho muitas coisas aconteceram, eu morava com minha família numa casa grande e meu avó por parte de pai vinha morar conosco, mas acabava falecendo como realmente faleceu, perto do dia do seu aniversário que era no mesmo dia do da minha irmã. Nesse momento todo o sonho muda, de repente eu estou me vejo só, sem minha família, apenas com três pessoas, e nós tínhamos que passar por um lugar que era proibida a nossa entrada, não sei muito bem porque, mas que era super bem protegido. Isso tudo para chegar ao funeral do meu avô.
Aí começou a agonia, primeiro nós tirávamos a roupa pra que ninguém percebesse que a gente era de fora e ficávamos abaixadas ou escondidas em cada lugar que passávamos pra que nenhum dos guardas que as vezes apareciam na janela nos visse. Em uma sala dessa casa, que às vezes não parecia ser uma casa, estava cheia de gente e nós entramos e ficamos deitados no chão atrás de um sofá. Era estranho porque parecia que as pessoas nos viam, mas não nos olhavam e não falavam nada porque não nos conheciam, mas também não nos denunciavam aos seguranças do lado de fora. Bom, as duas pessoas que me acompanhavam que nesse momento era um rapaz negro e uma menina, começaram a cantar a música que estava tocando e tentaram se levantar pra olhar, como se achassem que poderiam participar, e eu ficava super irritada achando que assim eles estavam colocando em risco nossa segurança. Quando a música parou e todos foram embora, nos levantamos e eu fui pegar minha bolsa e meu casaco que estavam em uma cadeira, mas nesse momento me dei conta que essas coisas não eram mais minhas, que eu as havia deixado do lado de fora quando tirei a roupa pra fugir, para que ninguém visse que eu não era dalí, então minhas coisas foram dadas a outra pessoa... Essa percepção me dava um raiva, eu comecei a gritar com os dentes cerrados porque não podia fazer barulho e bater o meu casaco no chão, pensando, "Que merda, além de ser perseguida ainda tenho que ver que outras pessoas ficaram com as minhas coisas!"
Depois disso eu saí dessa sala e fui pra outro quarto pra ver se eu encontrava roupas pra vestir. No quarto onde entrei estavam roupas das minhas primas que estavam viajando, tudo muito organizado, eu já conhecia esse quarto, era como um anexo da casa que havia sido construído pra filha dos donos que havia se casado e morava aí... Outro ármario que eu abria só tinha roupas da minha mãe, sapatos e fotos com coisas escritas sobre meu irmão, comecei então a procurar uma foto que tivesse algo escrito sobre mim e de repente eu já estava em outro lugar, no mesmo que aparecia nas fotos que eu tava olhando. Era um deserto e eu tinha que fugir porque apareciam os guardas que haviam descuberto que havia invasores. Eu saí correndo do quarto pelas montanhas, primeiro porque alguma coisa me chamava atenção de longe e depois porque eu vi que estavam chegando os seguranças. Eu via também uma família que tentava fugir, mas as cercas elétricas magnéticas não deixavam... Esse sonho não teve fim, claro, a maioria dos sonhos não têm porque a gente acaba acordando em um momento de excitação do sonho, ou seja, se eu ainda estivesse dormindo, ainda estaria sonhando e capaz que até agora ainda não teria conexão com as outras partes dos sonho.
Por fim...
Ufa, essa noite eu não tive sonhos internacionais... Mas também não lembro direito o que sonhei... Algo sobre o meu nome ser muito grande...
terça-feira, 22 de março de 2011
Mais uma vez
Nao lembro do sonho dessa noite, mas com certeza sonhei que tava no Brasil, tanto que acordei e fiquei na dúvida se estava em casa espanhola ou brasileira...
segunda-feira, 21 de março de 2011
Blog de Buca
Olha aí, encontrei um blog muito lindo de uma pessoa que conheço faz anos já! O nome dela é Bruna Monteiro e ela escreve sobre ser e se transformar em uma Mãe, o nome do blog é Mãetamorfose. E eu coloquei aqui porque ser mãe um dia também é um sonho pra mim, mas esse é um dos que eu sonho quando estou acordada!
http://www.maetamorfose.com/
http://www.maetamorfose.com/
Outra vez
Parece que começou agora a série de sonhos, "Volta pro Brasil". Que sonho ruim, vixe! Desempregada, sem ter o que fazer, escutando histórias magníficas das minhas amigas sobre viagens que tinham feito juntas e eu tentando ficar bem num diacho de um vestido branco, usando aqueles shortinhos de meia calça pra prender a barriga, que tinham me dado de presente (Que presente é esse???) e eu tinha adorado, mas ficava tudo aparecendo no vestido que era muito transparente. Pra piorar eu estava menstruada tentando trocar o danado do absorvente que não era introdutório num banheiro de um lugar que parecia uma padaria onde tinha uma fila gigante com crianças e velhinhos e a porta não fechava direito! Esse é meu grande pesadelo, que são dois na verdade, o outro é sair do banheiro com a ponta do vestido presa na calcinha, mas isso não é um assunto agora (Obrigada pela frase Crauda!).
É isso, minha volta pra o Brasil... Pelo menos não acordei de mau humor, achei até engraçado!
É isso, minha volta pra o Brasil... Pelo menos não acordei de mau humor, achei até engraçado!
domingo, 20 de março de 2011
A volta
Não lembrava que fazia tanto tempo que não escrevia aqui no blog, não escrevo mais ou menos desde que cheguei aqui, ou seja, quase quatro meses.
É claro que nesses quatro meses eu sonhei com muita coisa, mas um sonho me marcou muito porque o tive várias vezes e era assim, eu voltava pra o Brasil por algum motivo muito importante, como algum problema de saúde na família ou qualquer outra coisa, e na hora de voltar eu perdia o vôo! Isso me deixava completamente deprimida e eu não sabia o que fazer, e era um conflito muito grande, porque ao mesmo tempo que eu queria voltar pra Espanha eu pensava que podia ficar também pra ajudar no tal problema que tava rolando em Recife. Em outro muito parecido eu sonhava que tava no Brasil e não tinha dinheiro pra comprar a passagem de volta. Enfim, parece realmente que eu quero ficar por aqui, né?
Na verdade, o sonho que me fez parar pra escrever hoje foi justamente o contrário dos que eu vinha sonhando nesses últimos quatro meses. Essa noite eu sonhei que estava na Espanha e não conseguia voltar pro Brasil, eu pensava que ia viajar de noite, mas meu avião saía às 17h15 e eu só me dava conta disso às 17h e não tinha nada arrumado. Senti o mesmo desespero de antes, a sensação de ter perdido uma oportunidade de fazer algo que eu queria muito.
É claro que nesses quatro meses eu sonhei com muita coisa, mas um sonho me marcou muito porque o tive várias vezes e era assim, eu voltava pra o Brasil por algum motivo muito importante, como algum problema de saúde na família ou qualquer outra coisa, e na hora de voltar eu perdia o vôo! Isso me deixava completamente deprimida e eu não sabia o que fazer, e era um conflito muito grande, porque ao mesmo tempo que eu queria voltar pra Espanha eu pensava que podia ficar também pra ajudar no tal problema que tava rolando em Recife. Em outro muito parecido eu sonhava que tava no Brasil e não tinha dinheiro pra comprar a passagem de volta. Enfim, parece realmente que eu quero ficar por aqui, né?
Na verdade, o sonho que me fez parar pra escrever hoje foi justamente o contrário dos que eu vinha sonhando nesses últimos quatro meses. Essa noite eu sonhei que estava na Espanha e não conseguia voltar pro Brasil, eu pensava que ia viajar de noite, mas meu avião saía às 17h15 e eu só me dava conta disso às 17h e não tinha nada arrumado. Senti o mesmo desespero de antes, a sensação de ter perdido uma oportunidade de fazer algo que eu queria muito.
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