Muito ruim o sonho de hoje, meio humilhante também, pelo menos foi assim que me senti no sonho, da nem vontade de contar...
Sonhei duas vezes essa noite porque primeiro dormi no sofá e depois fui pro quarto. O primeiro sonho sei que foi com Rodrigo e Maluca, mas não lembro de detalhes e o segundo sonho começou assim, Eu entrei numa casa que tinha três bares, um do lado do outro, como um mercado pequeno, do lado de fora parecia algum tipo de cidade histórica, mas não tenho a menor idéia qual, pra mim, agora, parecia Ouro Preto, mas no sonho o girador da UFPE ficava bem próximo... Quando entrei no lugar que tava cheio de gente, um monte de meninos de rua me olharam, pularam em cima de mim, começaram a me bater, tentando me puxar pra fora pra me roubar e levar o carro - que vinha direto à mente, "o carro da minha mãe, o carro da minha mãe!". O que me deixava chocada é que ninguém me ajudava de maneira alguma, as pessoas não paravam de beber, comer e conversa. Até que eu me agarrei a uma cadeira e um dos meninos ficou agarrado a mim. A pessoa da cadeira nem se importava com a situação. Então uma das crianças que já estava com a maior parte do grupo longe, gritou, "Vamo embora que senão a gente perde o contato!", aí o pivete me soltou e saiu.
Nesse meio tempo, eu tive outro sonho nada a ver, estava numa casa onde ia haver uma festa, aí eu atendo um telefone e era Plínio, um conhecido de Brasília que tinha vindo pra festa de aniversário de Nanda, aí eu disse pra ele descer do girador da Federal pra que eu pudesse pega-lo porque o caminho é complicado pra quem não conhece. Então eu saio de carro e volto pro outro sonho.
Eu voltei e estava absolutamente indignada, pelo que entendi o contato eram os garçons ou até o próprio bar. Então cheguei numa mesa e comecei a gritar com muita raiva com todo mundo, derrubei as coisas que estavam na mesa e as pessoas ainda pareciam não se importar com aquilo tudo. Saí da mesa e percorrir o corredor do mercado e fui até o banheiro, chorando e as pessoas falavam comigo como se nada tivesse acontecendo e isso me deixava arrasada. Quando saí do bar pra procurar meu carro e ir pra casa, encontrei um conhecido que estava no dito bar também e que dizia que viu tudo e que um amigo dele estava na mesa ao lado e "rachou o bico de rir" com a confusão toda. Enquanto ele falava isso eu procurava o carro. Eu olhava pra ele com cara de choro e ele nem se comovia, ria também, até que eu me dei conta, depois de tanto procurar, que o carro podia ter sido roubado.
Sonhei duas vezes essa noite porque primeiro dormi no sofá e depois fui pro quarto. O primeiro sonho sei que foi com Rodrigo e Maluca, mas não lembro de detalhes e o segundo sonho começou assim, Eu entrei numa casa que tinha três bares, um do lado do outro, como um mercado pequeno, do lado de fora parecia algum tipo de cidade histórica, mas não tenho a menor idéia qual, pra mim, agora, parecia Ouro Preto, mas no sonho o girador da UFPE ficava bem próximo... Quando entrei no lugar que tava cheio de gente, um monte de meninos de rua me olharam, pularam em cima de mim, começaram a me bater, tentando me puxar pra fora pra me roubar e levar o carro - que vinha direto à mente, "o carro da minha mãe, o carro da minha mãe!". O que me deixava chocada é que ninguém me ajudava de maneira alguma, as pessoas não paravam de beber, comer e conversa. Até que eu me agarrei a uma cadeira e um dos meninos ficou agarrado a mim. A pessoa da cadeira nem se importava com a situação. Então uma das crianças que já estava com a maior parte do grupo longe, gritou, "Vamo embora que senão a gente perde o contato!", aí o pivete me soltou e saiu.
Nesse meio tempo, eu tive outro sonho nada a ver, estava numa casa onde ia haver uma festa, aí eu atendo um telefone e era Plínio, um conhecido de Brasília que tinha vindo pra festa de aniversário de Nanda, aí eu disse pra ele descer do girador da Federal pra que eu pudesse pega-lo porque o caminho é complicado pra quem não conhece. Então eu saio de carro e volto pro outro sonho.
Eu voltei e estava absolutamente indignada, pelo que entendi o contato eram os garçons ou até o próprio bar. Então cheguei numa mesa e comecei a gritar com muita raiva com todo mundo, derrubei as coisas que estavam na mesa e as pessoas ainda pareciam não se importar com aquilo tudo. Saí da mesa e percorrir o corredor do mercado e fui até o banheiro, chorando e as pessoas falavam comigo como se nada tivesse acontecendo e isso me deixava arrasada. Quando saí do bar pra procurar meu carro e ir pra casa, encontrei um conhecido que estava no dito bar também e que dizia que viu tudo e que um amigo dele estava na mesa ao lado e "rachou o bico de rir" com a confusão toda. Enquanto ele falava isso eu procurava o carro. Eu olhava pra ele com cara de choro e ele nem se comovia, ria também, até que eu me dei conta, depois de tanto procurar, que o carro podia ter sido roubado.