segunda-feira, 31 de março de 2008

Sonho ruim.

Muito ruim o sonho de hoje, meio humilhante também, pelo menos foi assim que me senti no sonho, da nem vontade de contar...

Sonhei duas vezes essa noite porque primeiro dormi no sofá e depois fui pro quarto. O primeiro sonho sei que foi com Rodrigo e Maluca, mas não lembro de detalhes e o segundo sonho começou assim, Eu entrei numa casa que tinha três bares, um do lado do outro, como um mercado pequeno, do lado de fora parecia algum tipo de cidade histórica, mas não tenho a menor idéia qual, pra mim, agora, parecia Ouro Preto, mas no sonho o girador da UFPE ficava bem próximo... Quando entrei no lugar que tava cheio de gente, um monte de meninos de rua me olharam, pularam em cima de mim, começaram a me bater, tentando me puxar pra fora pra me roubar e levar o carro - que vinha direto à mente, "o carro da minha mãe, o carro da minha mãe!". O que me deixava chocada é que ninguém me ajudava de maneira alguma, as pessoas não paravam de beber, comer e conversa. Até que eu me agarrei a uma cadeira e um dos meninos ficou agarrado a mim.
A pessoa da cadeira nem se importava com a situação. Então uma das crianças que já estava com a maior parte do grupo longe, gritou, "Vamo embora que senão a gente perde o contato!", aí o pivete me soltou e saiu.
Nesse meio tempo, eu tive outro sonho nada a ver, estava numa casa onde ia haver uma festa, aí eu atendo um telefone e era Plínio, um conhecido de Brasília que tinha vindo pra festa de aniversário de Nanda, aí eu disse pra ele descer do girador da Federal pra que eu pudesse pega-lo porque o caminho é complicado pra quem não conhece. Então eu saio de carro e volto pro outro sonho.
Eu voltei e estava absolutamente indignada, pelo que entendi o contato eram os garçons ou até o próprio bar. Então cheguei numa mesa e comecei a gritar com muita raiva com todo mundo, derrubei as coisas que estavam na mesa e as pessoas ainda pareciam não se importar com aquilo tudo. Saí da mesa e percorrir o corredor do mercado e fui até o banheiro, chorando e as pessoas falavam comigo como se nada tivesse acontecendo e isso me deixava arrasada. Quando saí do bar pra procurar meu carro e ir pra casa, encontrei um conhecido que estava no dito bar também e que dizia que viu tudo e que um amigo dele estava na mesa ao lado e "rachou o bico de rir" com a confusão toda. Enquanto ele falava isso eu procurava o carro. Eu olhava pra ele com cara de choro e ele nem se comovia, ria também, até que eu me dei conta, depois de tanto procurar, que o carro podia ter sido roubado.

domingo, 30 de março de 2008

Lembrei!

Hoje eu consegui lembrar o que sonhei, mas fico pensando que é muito difícil contar sonhos, porque acontece tudo muito rápido e parece que o sonho muda de assunto toda hora, por isso que eu tento pegar um tema central nele, de forma que acabo excluindo alguns acontecimentos importantes que provocam sentimentos significativos, mas que por algum motivo é melhor não falar. Por exemplo, se no mundo real a gente briga com alguém e acaba sonhando com isso pode ser inconveniente escrever a tal história pra que todo mundo veja... Acho que na verdade escrever é muito difícil, porque quem escreve alguma coisa baseada na própria vida tem que ficar ponderando se determinado assunto tratado vai ferir alguém. Que complicado, eu sempre quis ter liberdade pra escrever e agora to encontrando limites.

Enfim, Hoje eu sonhei que estava aqui em casa com Rodrigo e a gente ia descer pelo elevador, quando entramos ele fechou, parou e ficou balançando, aí a porta abriu e a gente conseguiu sair. Não sei bem como chegamos lá embaixo, mas ao chegar lá parecia que eu estava na minha antiga casa, em casa amarela que tenho uma área bem grande ao lado. Toda a área tava tomada com pessoas, minhas tias, minha mãe, alguns amigos e eu acho que se tratava de algum projeto da ONG Transformando Saudade, que queremos montar em João Pessoa. Bom, parecia algo realmente grande porque tinham várias costureiras trabalhando loucamente, muita parafernalha elétrica pra montar, sendo Elisete a responsável por essa parte e eu, eu não entendi muito bem qual era a minha responsabilidade, parece que tinha uma festa paralela a isso tudo e que não tinha bebida que eu gostava aí eu decidia comprar umas cervejas mesmo sem dinheiro e aí eu chamo todo mundo e aviso que vou comprar as cervejas e pergunto se a galera gostaria de fazer uma cotinha pra compra-las.
As pessoas que queriam comprar bebidas eram todas jovens e os mais velhos não se envolveram na compra e continuaram trabalhando, o problema é que eu senti uma ponta de reprovação vindo da minha tia Elisete, lembro só dela abaixada e levando a vista um pouquinho com uma sobrancelha levantada e outra abaixada... Aí o sonho acabou.

sábado, 29 de março de 2008

Pesadelos

Ai que ironia, justamente quando invento um lugar pra colocar os sonhos que tanto lembro, não lembro de nada...Pensei em escrever um antigo de novo, mas o mais interessante que lembrei foi quando eu dormia em Campina Grande no quarto da minha tia e sonhava que a cabeça de John Lenon tava no canto da cama... Pesadelo é muito engraçado, um dia minha irmã sonhou que eu era Emily Rose, acordou no meio da noite e veio pra minha cama com medo, pode???
Às vezes o pesadelo é tão bobo, mas a gente acorda morrendo de medo por causa da tensão no sonho. Tenho muito medo de cobra e quando sonho com elas não consigo colocar nem o pé no chão quando acordo.
O que me deixa impressionada é que tudo que se sente num sonho é tão forte que às vezes quando a gente acorda fica feliz da vida por ter acordado...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Menino peixe


Eu sempre dei muita importância ao que sonho, na verdade meus sonhos sempre queriam dizer alguma coisa, ou o que eu sonhava ia acontecer com certeza ou não ia acontecer de forma alguma... Por exemplo, quando eu era oitava série e fiquei de recuperação em Física e Química eu sonhei que ia tirar acima de oito nas provas, o que me deixou preocupada, porque podia acontecer exatamente o que eu sonhei ou isso era o contrário do que ia acontecer... Bom, foi o que aconteceu, tirei acima de oito, Ufa!

Então eu pensei em fazer essa página aqui para escrever o que sonho, pra arquivar e pra não esquecer das coisas que eu sonho. Aqui eu vou falar dos sonhos mais interessantes até os mais bizarros, como da vez que sonhei que cachorros falantes vinham atrás de mim. E talvez fale até dos sonhos de outras pessoas se eu achar que vale a pena.

O primeiro sonho que vou relatar aqui eu tive no dia e foi a respeito do filho de um amigo meu que não vejo há muito tempo e foi muito bonito, acabei mandando pra ele e a sua resposta foi muito bonita. Vou colocar o email que enviei e a resposta que recebi.

Junior,
Essa noite eu tive sonho que eu acho que tu iria gostar de saber.
Foi o seguinte, a gente se encontrava em uma festa que parecia uma confraternização do mestrado. Mas não lembro de ter visto outras pessoas da nossa turma além de nós dois. Aí a gente dava um abraço bem apertado e demorado e depois eu perguntava por Zeca e Mana, aí você me mostrava ele dentro de uma piscina e tinha um rapaz negro, alto e magro sentado na beira, mas do lado de fora tomando conta dele e Mana em pé ao lado, com uma expressão serena e feliz olhando o filho dentro d'água. Para minha surpresa, Zeca era um peixe e isso me deixava um pouco assustada de início, mas depois eu achava aquilo maravilhoso, ele tinha a capacidade de se transformar em vários tipos de peixe e eu ficava tão encantada com aquilo que me esquecia das pessoas que tinham ido comigo.
Bom, o sonho tem outros detalhes, mas essa era a parte principal. Fiquei feliz de saber que Zeca gosta do mar como o pai.
beijo
Ju

Resposta

Olá Ju,
Você me surpreendeu com o email sobre o sonho. Você acredita que no dia em que abrir aquele email foi o dia em que Zeca teve a primeira aula de natação? Fiquei tentando entender essa coincidência e achei legal você ter participado dela.
Com carinho
júnior

Junior, espero que goste!