Hoje eu consegui lembrar o que sonhei, mas fico pensando que é muito difícil contar sonhos, porque acontece tudo muito rápido e parece que o sonho muda de assunto toda hora, por isso que eu tento pegar um tema central nele, de forma que acabo excluindo alguns acontecimentos importantes que provocam sentimentos significativos, mas que por algum motivo é melhor não falar. Por exemplo, se no mundo real a gente briga com alguém e acaba sonhando com isso pode ser inconveniente escrever a tal história pra que todo mundo veja... Acho que na verdade escrever é muito difícil, porque quem escreve alguma coisa baseada na própria vida tem que ficar ponderando se determinado assunto tratado vai ferir alguém. Que complicado, eu sempre quis ter liberdade pra escrever e agora to encontrando limites.
Enfim, Hoje eu sonhei que estava aqui em casa com Rodrigo e a gente ia descer pelo elevador, quando entramos ele fechou, parou e ficou balançando, aí a porta abriu e a gente conseguiu sair. Não sei bem como chegamos lá embaixo, mas ao chegar lá parecia que eu estava na minha antiga casa, em casa amarela que tenho uma área bem grande ao lado. Toda a área tava tomada com pessoas, minhas tias, minha mãe, alguns amigos e eu acho que se tratava de algum projeto da ONG Transformando Saudade, que queremos montar em João Pessoa. Bom, parecia algo realmente grande porque tinham várias costureiras trabalhando loucamente, muita parafernalha elétrica pra montar, sendo Elisete a responsável por essa parte e eu, eu não entendi muito bem qual era a minha responsabilidade, parece que tinha uma festa paralela a isso tudo e que não tinha bebida que eu gostava aí eu decidia comprar umas cervejas mesmo sem dinheiro e aí eu chamo todo mundo e aviso que vou comprar as cervejas e pergunto se a galera gostaria de fazer uma cotinha pra compra-las.
As pessoas que queriam comprar bebidas eram todas jovens e os mais velhos não se envolveram na compra e continuaram trabalhando, o problema é que eu senti uma ponta de reprovação vindo da minha tia Elisete, lembro só dela abaixada e levando a vista um pouquinho com uma sobrancelha levantada e outra abaixada... Aí o sonho acabou.
Enfim, Hoje eu sonhei que estava aqui em casa com Rodrigo e a gente ia descer pelo elevador, quando entramos ele fechou, parou e ficou balançando, aí a porta abriu e a gente conseguiu sair. Não sei bem como chegamos lá embaixo, mas ao chegar lá parecia que eu estava na minha antiga casa, em casa amarela que tenho uma área bem grande ao lado. Toda a área tava tomada com pessoas, minhas tias, minha mãe, alguns amigos e eu acho que se tratava de algum projeto da ONG Transformando Saudade, que queremos montar em João Pessoa. Bom, parecia algo realmente grande porque tinham várias costureiras trabalhando loucamente, muita parafernalha elétrica pra montar, sendo Elisete a responsável por essa parte e eu, eu não entendi muito bem qual era a minha responsabilidade, parece que tinha uma festa paralela a isso tudo e que não tinha bebida que eu gostava aí eu decidia comprar umas cervejas mesmo sem dinheiro e aí eu chamo todo mundo e aviso que vou comprar as cervejas e pergunto se a galera gostaria de fazer uma cotinha pra compra-las.
As pessoas que queriam comprar bebidas eram todas jovens e os mais velhos não se envolveram na compra e continuaram trabalhando, o problema é que eu senti uma ponta de reprovação vindo da minha tia Elisete, lembro só dela abaixada e levando a vista um pouquinho com uma sobrancelha levantada e outra abaixada... Aí o sonho acabou.
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