sábado, 11 de junho de 2011

Pistola

Essa noite eu sonhei que tinha falado com meu pai desde aqui da Espanha, igual como fiz ontem a noite, ele me pergunta como eu estava, se eu estava bem, segura, com saúde e eu dizia que sim, mas em um certo momento da conversa ele dizia que eu deveria ter uma pistola, um revólver pra me defender porque o mundo estava muito perigoso.
Depois do telefonema, fiquei pensando nisso, falei com mainha e ela ficou de comprar a tal pistola.
Então fui visitar a família, lá em Campina Grande, estava na casa de Tia Lucinha, quando eu vi Zilda de cabelo cortado, super bonito, ficamos na cozinha conversando, em uma casa que na verdade não parecia a casa de tia Lucinha, mas eu entendia que estávamos na sua casa.
Pouco tempo depois da minha chegada minha mãe entra na casa com uma cara muito triste, muito deprimida, acho que porque ela pensava que era horrível que eu carregasse uma arma comigo, mas ao mesmo tempo ela sabia que era necessário.
Ela me chamou até o quarto porque havia comprado a pistola e queria que eu a visse. Entramos no quarto, que parecia um quarto de criança, contrastando com aquele objeto terrível que eu tinha nas mãos. Eu abri o pacote e tirei o revólver para vê-lo, era grande demais, tinha uma superfície de camurça negra, parecia um brinquedo. Então tirei todas as balas que estavam no tambor, como se seu soubesse o que estava fazendo, e comecei a tentar mirar nas coisas para ver se eu conseguiria atirar bem, como em um bonequinho colorido que estava vulnerável sob uma cômoda.
Ao mesmo tempo eu ficava pensando, esse negócio é muito grande, não cabe na bolsa, onde vou levar essas coisa? Em que momento eu vou sacar essa arma pra atirar em alguém?
Felizmente acordei antes que eu tivesse que usá-la.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Suely

Eu sonhei com Suely.

Como sempre um sonho confuso e difícil de explicar. Parecia que eu estava numa excursão com uns alunos, um passeio que havia vários ônibus e minha sobrinha estava em um deles. O meu ônibus acabou o tour primeiro, nele estava o grupo das crianças pequenas, aí eu fui para casa da minha tia para trocar de roupa e encontrei Fabíola e ela me falava da casa, que era a casa dela e da família, tinha muitos objetos antigos de decoração em uma tonalidade azul. Nossa conversa foi assim:

Eu: Ta muito bonita a casa... Azul, tem uma tonalidade azul. Acho lindas essas peças antigas.
Fabíola: É... eu não gosto muito não, se eu fosse montar uma casa seria com peças novas.
Eu: Ah, eu gosto, mas se eu tivesse algo assim tentaria colocar coisas antigas de várias épocas, como colonial com anos 80.
Fabíola: Porque tu não pede a mainha? Que deixe pra tu...
Eu: Oxi Fabíola, não, né? Eu acho aquele móvel lindo, mainha tinha uma doceira, pequena, daquela cor, de vidro.
Fabíola: Mas isso é feito de côco.

Esse meu estranhamento em relação a eu pedir a Suely os móveis era porque parecia que ela estava dizendo isso já sabendo que a mãe ia morrer, então eu poderia pedir a ela o que ela ia deixar... Muito ruim, porque ela falava como se fosse nada... E eu também não reagia como se estivesse muito triste.

De repente eu já estava em outro contexto, com um grupo de pessoas que eu não conhecia. Eu estava conversando com um cara que parecia ser um paquera, mas quando eu saía para comprar algo para comer ele ia embora e eu ficava chateada.
Não sei muito bem em que momento do sonho isso acontece, mas eu também soube que minha sobrinha havia comido muito no passeio e estava vomitando, isso já haviaacontecido antes.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Return

Essa noite eu sonhei muita coisa boa, chega acordei sem vontade de acordar...

Sonhei que ia para o Brasil, mas voltava para cá. Não foi simplesmente isso, eu sonhei que era muito feliz minha volta pra Recife, eu ia a festas, via todos os meus amigos, inclusive ia a um aniversário da galera que já passou, e era tudo lindo, só sorrisos.

Depois eu voltava para casa e arrumava as malas pra viajar de novo.

Mainha ficava tristinha por eu ir e eu sentia sua tristeza, mas eu tinha que voltar porque era o que eu queria fazer e também porque aqui eu sabia que eu também me sentia feliz.