Esses dias estão sendo geniais, o que me deixa mas agoniada ainda com o sonho que tive essa noite.
Sonhei que tinha um amigo no hospital... E descobria isso enquanto estava em um curso que estava fazendo e saía correndo pra procurar notícias na internet, mas só via mensagens estranhas da minha irmã.
Antes disso tudo, eu estava em um bar com dois caras, um era Bruce Willis e o outro um ator gigante, negro que eu não sei nem se existe. Era a inauguração do bar e eu perguntava a Bruce se Demi Moore ia vir porque eu soube que ela tava passando uma situação complicada, e ele me dizia que sim, que ela tava melhor sem o Ashton.
Esse blog foi criado pra que eu possa escrever o que eu lembro dos meus sonhos quando acordo.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Cachorros

Hoje eu sonhei com um cachorro me mordendo, pode??? Logo o animal que eu mais gosto, talvez o único...
No sonho eu estava na rua e via uma caixa de papelão cheia de cachorrinhos dentro como se fosse pra vender, aí eu me aproximei e vi que havia um da raça de um cachorro que eu tive, um basset ou tem quem diga que em realidade a raça é dachshund. Da no mesmo, a coisa é que quando eu vejo esse tipo de cão eu fico toda besta pela lembrança da outra cachorra, apesar que na época que a tínhamos eu tratava a bichinha muito mal.
Eu sei que no sonho quando eu fui pegar o filhote e fazer um carinho o bicho agarrou na minha mão e não queria soltar, e eu tentava abrir a boca do animal desesperadamente e ele não largava, a pessoa que estava comigo não fazia nada, só me olhava e eu tinha medo que ele me rasgasse a pele. Depois de uns segundo assim, brigando com um filhote de cachorro "Cofap" eu consegui me livrar dele, botei na caixa e por sorte ou por ser um sonho, na minha mão só havia marca dos dentinhos e nenhuma ferida aberta...
Deixo uma fotinha do safado pra que todo mundo tenha cuidado, ele não fere, mas deixa marcas!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Volta
Hoje eu sonhei que voltava pra o Brasil, cheia de maletas, com casacos e tudo, pensava no caminho que tinha que ir no banco e que talvez desse tempo que voltar no mesmo dia para cá. Ia meio chateada como se tivesse indo obrigada e minha irmã me recebia na casa dela, eu descia do táxi e ela pegava todas as minhas maletas, pedia pra eu entrar, tinha um cachorro preto na casa, o que era estranhíssimo porque não é muito a cara dela ter cachorros. Ela também parecia meio hippie e estava toda receptiva e eu meio incomodada porque queria dizer que pensava em ir embora logo...
sábado, 27 de agosto de 2011
Sonho Bom
Essa noite tive um sonho legal, sonhei que estava viajando de carro com minha mãe e com outras pessoas e chegávamos a Barcelona, mas a chegada em Barcelona era por uma grande montanha que a medida que descíamos apareciam umas sombras de uns carros em formato de fusca... E eram sombras gigantes, parecia um cenário de filme, era de noite e o ambiente era misterioso, mas ao mesmo tempo mágico...
Logo depois já estávamos em Recife andando pela rua, mamis e eu, bem feliz, olhando os lugares que antes a gente costumava andar, como se eu tivesse ali relembrando algo da minha vida antes de vim pra cá... Até que chegávamos a um bar e encontrava, Guilherme e Filipe numa mesa cheia de gente e eles me diziam, "Kika já foi pra maternidade" e eu ficava louca e ele me diziam, "Vai com calma que não vai nascer agora não...". Eu fiquei tão nervosa que acordei!
Logo depois já estávamos em Recife andando pela rua, mamis e eu, bem feliz, olhando os lugares que antes a gente costumava andar, como se eu tivesse ali relembrando algo da minha vida antes de vim pra cá... Até que chegávamos a um bar e encontrava, Guilherme e Filipe numa mesa cheia de gente e eles me diziam, "Kika já foi pra maternidade" e eu ficava louca e ele me diziam, "Vai com calma que não vai nascer agora não...". Eu fiquei tão nervosa que acordei!
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Coincidências
É muito louco isso, às vezes eu penso em não escrever porque acho que não tem nada interessante que eu possa ter sonhado e aí acontece uma coincidência que tem a ver com o meu sonho...
Essa noite eu sonhei que meu amigão, Filipe, que ta vivendo no Rio, ele ligava pra mim só pra saber como eu tava e eu sentia uma felicidade tão grande ao receber esse telefonema, depois de tanto tempo sem escutar a voz dele... Aí tudo bem, deixei pra lá, tinha sonhado outras coisas também, mas fiquei com preguiça de escrever e até já esqueci.
Agora a noite eu resolvi comentar com ele o tal sonho e aí ele me diz: "ôôôô... que amor...que loucura isso agora.. acabei de ver um email teu de 2008. Acabei mesmo, agorinha, tu tava mandando umas fotos do Chile."
Eu só posso pensar que esses meus sonhos têm algum significado importante na minha vida... Ou na verdade todo mundo vive essas coincidências e eu sou uma das poucas que faz registro sobre isso?
Da na mesma, adorei!
Essa noite eu sonhei que meu amigão, Filipe, que ta vivendo no Rio, ele ligava pra mim só pra saber como eu tava e eu sentia uma felicidade tão grande ao receber esse telefonema, depois de tanto tempo sem escutar a voz dele... Aí tudo bem, deixei pra lá, tinha sonhado outras coisas também, mas fiquei com preguiça de escrever e até já esqueci.
Agora a noite eu resolvi comentar com ele o tal sonho e aí ele me diz: "ôôôô... que amor...que loucura isso agora.. acabei de ver um email teu de 2008. Acabei mesmo, agorinha, tu tava mandando umas fotos do Chile."
Eu só posso pensar que esses meus sonhos têm algum significado importante na minha vida... Ou na verdade todo mundo vive essas coincidências e eu sou uma das poucas que faz registro sobre isso?
Da na mesma, adorei!
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Pedaço de sonhos
Às vezes eu não lembro muito bem do que sonho, mas ao longo do dia vou tendo flash dos sonhos.
Lembrei que há dois noites sonhei que tava em Paris de novo e pensava, tudo bem agora eu já sei pronunciar o nome da estação da casa do meu amigo, Denfer rechereu...
Ontem eu sonhei que estava caminhando pela rua, em alguma rua em Recife ou Olinda e via uma amiga que não vejo faz muito tempo...
Lembrei que há dois noites sonhei que tava em Paris de novo e pensava, tudo bem agora eu já sei pronunciar o nome da estação da casa do meu amigo, Denfer rechereu...
Ontem eu sonhei que estava caminhando pela rua, em alguma rua em Recife ou Olinda e via uma amiga que não vejo faz muito tempo...
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Segura o bicho!
Muito doido o sonho dessa noite. Muitas vezes eu gostaria de saber o significado dos sonhos que tenho, de verdade!
Não me lembro muito bem como começou, quer dizer... Pode ser que tenha começado assim, eu estava em uma quadra que parecia uma do colégio que eu tinha estudado, mas que na verdade estavam pessoas do colégio onde eu dei aula e a diretora me cobrava alguma coisa, um tipo de tarefa que eu já deveria ter feito faz tempo e que eu sempre esquecia de fazer. Havia também uma mesa na quadra, bem grande onde tinha comida e estava sentada um monte de gente. Eu sei e começamos a falar sobre um determinado filme e a medida que falávamos era como se eu estivesse vendo o filme, era como um tipo de desenho animado, mas que na opinião da minha amiga, era muito violento.
Não sei como, mas cheguei em uma lanchonete onde estavam uma amiga que vive aqui na Espanha e seu primo. A gente pedia dois sucos de laranja e eu perguntava quanto era e a moça me dizia, que eram, 5 euros, ou alguma coisa assim. E eu ficava indignada, começava a gritar reclamar o valor do suco que tinha aumentado muito e a mulher tentava me explicar o que valia cada coisa que se usava para fazer o suco, mas eu achava ridículo, um abuso ao consumidor e saía indignada. Quando me dei conta vi que logo em frente do lugar havia um touro que quando me viu avançou sobre mim! Eu saí correndo pra dentro da lanchonete, mas quando tentei fechar a porta ele a forçava pra entrar como se quisesse me pegar mesmo!
Claro que eu comecei a gritar por meus amigos que estavam dentro e ele abriram a porta maior, que parecia porta de frigorífico, bem grossa e pesada, e me diziam pra entrar, mas eu não conseguia soltar a porta, eu tinha medo que ele entrasse enquanto eu saísse para outra. Tive que me confrontar com o bixo corpo a corpo para conseguir fazer isso. Lembro que via seu pelo negro assim perto de mim, não me feria nem nada, mas me forçava a sair do caminho...
Sei que consegui deixar a porta e passar pra outra, mas essa outra ele começou a empurrar e eu achei que ia dar tudo certo porque se ele empurrasse muito iria fecha-la, mas de repente a porta começou a se amassar e a passar para o outro lado e eu gritava e gritava, mas todo mundo já tinha fugido por outro caminho e eu tinha ficado ali com aquele bicho enorme que em determinado momento parecia um elefante de tão forte e grande que era. Por fim, não sei muito bem de onde, surgiu outra porta e essa sim eu consegui me livrar porque ele tinha ficado meio enganchado na outra porta.
Quando entrei vi o primo da minha amiga com uma torta na mão, ele me chamou para sair e eu perguntei se era seguro porque aquele bicho poderia sair outra vez e ele disse que sim, porque o animal tinha ficado preso entre as portas e que estávamos seguro...
Não me lembro muito bem como começou, quer dizer... Pode ser que tenha começado assim, eu estava em uma quadra que parecia uma do colégio que eu tinha estudado, mas que na verdade estavam pessoas do colégio onde eu dei aula e a diretora me cobrava alguma coisa, um tipo de tarefa que eu já deveria ter feito faz tempo e que eu sempre esquecia de fazer. Havia também uma mesa na quadra, bem grande onde tinha comida e estava sentada um monte de gente. Eu sei e começamos a falar sobre um determinado filme e a medida que falávamos era como se eu estivesse vendo o filme, era como um tipo de desenho animado, mas que na opinião da minha amiga, era muito violento.
Não sei como, mas cheguei em uma lanchonete onde estavam uma amiga que vive aqui na Espanha e seu primo. A gente pedia dois sucos de laranja e eu perguntava quanto era e a moça me dizia, que eram, 5 euros, ou alguma coisa assim. E eu ficava indignada, começava a gritar reclamar o valor do suco que tinha aumentado muito e a mulher tentava me explicar o que valia cada coisa que se usava para fazer o suco, mas eu achava ridículo, um abuso ao consumidor e saía indignada. Quando me dei conta vi que logo em frente do lugar havia um touro que quando me viu avançou sobre mim! Eu saí correndo pra dentro da lanchonete, mas quando tentei fechar a porta ele a forçava pra entrar como se quisesse me pegar mesmo!
Claro que eu comecei a gritar por meus amigos que estavam dentro e ele abriram a porta maior, que parecia porta de frigorífico, bem grossa e pesada, e me diziam pra entrar, mas eu não conseguia soltar a porta, eu tinha medo que ele entrasse enquanto eu saísse para outra. Tive que me confrontar com o bixo corpo a corpo para conseguir fazer isso. Lembro que via seu pelo negro assim perto de mim, não me feria nem nada, mas me forçava a sair do caminho...
Sei que consegui deixar a porta e passar pra outra, mas essa outra ele começou a empurrar e eu achei que ia dar tudo certo porque se ele empurrasse muito iria fecha-la, mas de repente a porta começou a se amassar e a passar para o outro lado e eu gritava e gritava, mas todo mundo já tinha fugido por outro caminho e eu tinha ficado ali com aquele bicho enorme que em determinado momento parecia um elefante de tão forte e grande que era. Por fim, não sei muito bem de onde, surgiu outra porta e essa sim eu consegui me livrar porque ele tinha ficado meio enganchado na outra porta.
Quando entrei vi o primo da minha amiga com uma torta na mão, ele me chamou para sair e eu perguntei se era seguro porque aquele bicho poderia sair outra vez e ele disse que sim, porque o animal tinha ficado preso entre as portas e que estávamos seguro...
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Dois sonhos, um tema
Sono de bêbado é terrível, já devo ter escrito aqui que tenho dois tempos de sono quando durmo depois de ter bebido. Isso aconteceu essa noite, mas o diferente é que eu tive dois sonhos com o mesmo tema, morte.
Gosto não, é estranho... Em um deles era de novo uma pessoa da minha família e o outro eu estava num posto de gasolina com uns amigos e então começava um tiroteio. Os homens se matavam uns aos outros, mas não atiravam nas mulheres, era como se nós, no caso eu e outra menina que estava perto, sofríamos por estar vendo tudo isso, mas não tínhamos medo que nos matassem, até que no final, quando já não havia quase ninguém vivo, eu estourei com um palito uma boia inflável que um dos caras estava usando para fugir e ele veio pra cima de mim, para atirar, tentei fugir e quando ele já estava na minha frente, pronto pra atirar eu senti que uma pessoa, essa outra menina que estava no local, atrás de mim atirou nele, uma bala que atingiu diretamente o seu peito... Aí eu acordei...
Gosto não, é estranho... Em um deles era de novo uma pessoa da minha família e o outro eu estava num posto de gasolina com uns amigos e então começava um tiroteio. Os homens se matavam uns aos outros, mas não atiravam nas mulheres, era como se nós, no caso eu e outra menina que estava perto, sofríamos por estar vendo tudo isso, mas não tínhamos medo que nos matassem, até que no final, quando já não havia quase ninguém vivo, eu estourei com um palito uma boia inflável que um dos caras estava usando para fugir e ele veio pra cima de mim, para atirar, tentei fugir e quando ele já estava na minha frente, pronto pra atirar eu senti que uma pessoa, essa outra menina que estava no local, atrás de mim atirou nele, uma bala que atingiu diretamente o seu peito... Aí eu acordei...
terça-feira, 19 de julho de 2011
Mãe
Minha mãe não é escandalosa... quer dizer, escandalosa às vezes ela é sim, mas ela não é dramática, acho que a diferença entre essas duas características é óbvia, né?
Bom, se serve como exemplo, quando eu desaparecia de casa por dois dias ela reclamava porque eu não tinha ligado, não tinha dado sinal de vida e quando eu perguntava porque ela não me ligou, ela dizia, "Eu não!"
É um pouco orgulhosa também, acho... Mas enfim, eu só vi minha mãe chorar umas três vezes nessa vida, que é uma das piores sensações que um filho pode sentir em relação aos pais, e os meus que nunca choram...
Isso tudo é pra dizer como foi forte o sonho dessa noite, sonhei com muita coisa, mas a que mais me marcou foi a parte com a minha mãe.
Sonhei que estava numa casa como se fosse a dela, com minha irmã, meu irmão e minha sobrinha. De repente eu escuto gritos desesperados que diziam, "Que dor na minha alma, ai meu deus!". E era a voz da minha mãe. Durante, não sei, alguns segundos eu não me levantei da cadeira pra ir ver o que era, já que de onde eu estava seria impossível descobri o que tava acontecendo. Pensava na minha sobrinha, que tinha acontecido algo com ela, porque seria um motivo pra minha mãe gritar dessa forma. Então saio correndo e quando abro a porta de um quarto, está Nelly sentada numa mesa e mainha dormindo no sofá, eu olho pra minha irmã e ela balança a cabeça com um certo ar de repreensão em relação aos gritos, eu fui até minha mãe e a acordei, e ela assustada como sempre quando alguém a desperta, pergunta, "O que foi? O que foi?"
Bom, se serve como exemplo, quando eu desaparecia de casa por dois dias ela reclamava porque eu não tinha ligado, não tinha dado sinal de vida e quando eu perguntava porque ela não me ligou, ela dizia, "Eu não!"
É um pouco orgulhosa também, acho... Mas enfim, eu só vi minha mãe chorar umas três vezes nessa vida, que é uma das piores sensações que um filho pode sentir em relação aos pais, e os meus que nunca choram...
Isso tudo é pra dizer como foi forte o sonho dessa noite, sonhei com muita coisa, mas a que mais me marcou foi a parte com a minha mãe.
Sonhei que estava numa casa como se fosse a dela, com minha irmã, meu irmão e minha sobrinha. De repente eu escuto gritos desesperados que diziam, "Que dor na minha alma, ai meu deus!". E era a voz da minha mãe. Durante, não sei, alguns segundos eu não me levantei da cadeira pra ir ver o que era, já que de onde eu estava seria impossível descobri o que tava acontecendo. Pensava na minha sobrinha, que tinha acontecido algo com ela, porque seria um motivo pra minha mãe gritar dessa forma. Então saio correndo e quando abro a porta de um quarto, está Nelly sentada numa mesa e mainha dormindo no sofá, eu olho pra minha irmã e ela balança a cabeça com um certo ar de repreensão em relação aos gritos, eu fui até minha mãe e a acordei, e ela assustada como sempre quando alguém a desperta, pergunta, "O que foi? O que foi?"
sábado, 11 de junho de 2011
Pistola
Essa noite eu sonhei que tinha falado com meu pai desde aqui da Espanha, igual como fiz ontem a noite, ele me pergunta como eu estava, se eu estava bem, segura, com saúde e eu dizia que sim, mas em um certo momento da conversa ele dizia que eu deveria ter uma pistola, um revólver pra me defender porque o mundo estava muito perigoso.
Depois do telefonema, fiquei pensando nisso, falei com mainha e ela ficou de comprar a tal pistola.
Então fui visitar a família, lá em Campina Grande, estava na casa de Tia Lucinha, quando eu vi Zilda de cabelo cortado, super bonito, ficamos na cozinha conversando, em uma casa que na verdade não parecia a casa de tia Lucinha, mas eu entendia que estávamos na sua casa.
Pouco tempo depois da minha chegada minha mãe entra na casa com uma cara muito triste, muito deprimida, acho que porque ela pensava que era horrível que eu carregasse uma arma comigo, mas ao mesmo tempo ela sabia que era necessário.
Ela me chamou até o quarto porque havia comprado a pistola e queria que eu a visse. Entramos no quarto, que parecia um quarto de criança, contrastando com aquele objeto terrível que eu tinha nas mãos. Eu abri o pacote e tirei o revólver para vê-lo, era grande demais, tinha uma superfície de camurça negra, parecia um brinquedo. Então tirei todas as balas que estavam no tambor, como se seu soubesse o que estava fazendo, e comecei a tentar mirar nas coisas para ver se eu conseguiria atirar bem, como em um bonequinho colorido que estava vulnerável sob uma cômoda.
Ao mesmo tempo eu ficava pensando, esse negócio é muito grande, não cabe na bolsa, onde vou levar essas coisa? Em que momento eu vou sacar essa arma pra atirar em alguém?
Felizmente acordei antes que eu tivesse que usá-la.
Depois do telefonema, fiquei pensando nisso, falei com mainha e ela ficou de comprar a tal pistola.
Então fui visitar a família, lá em Campina Grande, estava na casa de Tia Lucinha, quando eu vi Zilda de cabelo cortado, super bonito, ficamos na cozinha conversando, em uma casa que na verdade não parecia a casa de tia Lucinha, mas eu entendia que estávamos na sua casa.
Pouco tempo depois da minha chegada minha mãe entra na casa com uma cara muito triste, muito deprimida, acho que porque ela pensava que era horrível que eu carregasse uma arma comigo, mas ao mesmo tempo ela sabia que era necessário.
Ela me chamou até o quarto porque havia comprado a pistola e queria que eu a visse. Entramos no quarto, que parecia um quarto de criança, contrastando com aquele objeto terrível que eu tinha nas mãos. Eu abri o pacote e tirei o revólver para vê-lo, era grande demais, tinha uma superfície de camurça negra, parecia um brinquedo. Então tirei todas as balas que estavam no tambor, como se seu soubesse o que estava fazendo, e comecei a tentar mirar nas coisas para ver se eu conseguiria atirar bem, como em um bonequinho colorido que estava vulnerável sob uma cômoda.
Ao mesmo tempo eu ficava pensando, esse negócio é muito grande, não cabe na bolsa, onde vou levar essas coisa? Em que momento eu vou sacar essa arma pra atirar em alguém?
Felizmente acordei antes que eu tivesse que usá-la.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Suely
Eu sonhei com Suely.
Como sempre um sonho confuso e difícil de explicar. Parecia que eu estava numa excursão com uns alunos, um passeio que havia vários ônibus e minha sobrinha estava em um deles. O meu ônibus acabou o tour primeiro, nele estava o grupo das crianças pequenas, aí eu fui para casa da minha tia para trocar de roupa e encontrei Fabíola e ela me falava da casa, que era a casa dela e da família, tinha muitos objetos antigos de decoração em uma tonalidade azul. Nossa conversa foi assim:
Eu: Ta muito bonita a casa... Azul, tem uma tonalidade azul. Acho lindas essas peças antigas.
Fabíola: É... eu não gosto muito não, se eu fosse montar uma casa seria com peças novas.
Eu: Ah, eu gosto, mas se eu tivesse algo assim tentaria colocar coisas antigas de várias épocas, como colonial com anos 80.
Fabíola: Porque tu não pede a mainha? Que deixe pra tu...
Eu: Oxi Fabíola, não, né? Eu acho aquele móvel lindo, mainha tinha uma doceira, pequena, daquela cor, de vidro.
Fabíola: Mas isso é feito de côco.
Esse meu estranhamento em relação a eu pedir a Suely os móveis era porque parecia que ela estava dizendo isso já sabendo que a mãe ia morrer, então eu poderia pedir a ela o que ela ia deixar... Muito ruim, porque ela falava como se fosse nada... E eu também não reagia como se estivesse muito triste.
De repente eu já estava em outro contexto, com um grupo de pessoas que eu não conhecia. Eu estava conversando com um cara que parecia ser um paquera, mas quando eu saía para comprar algo para comer ele ia embora e eu ficava chateada.
Não sei muito bem em que momento do sonho isso acontece, mas eu também soube que minha sobrinha havia comido muito no passeio e estava vomitando, isso já haviaacontecido antes.
Como sempre um sonho confuso e difícil de explicar. Parecia que eu estava numa excursão com uns alunos, um passeio que havia vários ônibus e minha sobrinha estava em um deles. O meu ônibus acabou o tour primeiro, nele estava o grupo das crianças pequenas, aí eu fui para casa da minha tia para trocar de roupa e encontrei Fabíola e ela me falava da casa, que era a casa dela e da família, tinha muitos objetos antigos de decoração em uma tonalidade azul. Nossa conversa foi assim:
Eu: Ta muito bonita a casa... Azul, tem uma tonalidade azul. Acho lindas essas peças antigas.
Fabíola: É... eu não gosto muito não, se eu fosse montar uma casa seria com peças novas.
Eu: Ah, eu gosto, mas se eu tivesse algo assim tentaria colocar coisas antigas de várias épocas, como colonial com anos 80.
Fabíola: Porque tu não pede a mainha? Que deixe pra tu...
Eu: Oxi Fabíola, não, né? Eu acho aquele móvel lindo, mainha tinha uma doceira, pequena, daquela cor, de vidro.
Fabíola: Mas isso é feito de côco.
Esse meu estranhamento em relação a eu pedir a Suely os móveis era porque parecia que ela estava dizendo isso já sabendo que a mãe ia morrer, então eu poderia pedir a ela o que ela ia deixar... Muito ruim, porque ela falava como se fosse nada... E eu também não reagia como se estivesse muito triste.
De repente eu já estava em outro contexto, com um grupo de pessoas que eu não conhecia. Eu estava conversando com um cara que parecia ser um paquera, mas quando eu saía para comprar algo para comer ele ia embora e eu ficava chateada.
Não sei muito bem em que momento do sonho isso acontece, mas eu também soube que minha sobrinha havia comido muito no passeio e estava vomitando, isso já haviaacontecido antes.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Return
Essa noite eu sonhei muita coisa boa, chega acordei sem vontade de acordar...
Sonhei que ia para o Brasil, mas voltava para cá. Não foi simplesmente isso, eu sonhei que era muito feliz minha volta pra Recife, eu ia a festas, via todos os meus amigos, inclusive ia a um aniversário da galera que já passou, e era tudo lindo, só sorrisos.
Depois eu voltava para casa e arrumava as malas pra viajar de novo.
Mainha ficava tristinha por eu ir e eu sentia sua tristeza, mas eu tinha que voltar porque era o que eu queria fazer e também porque aqui eu sabia que eu também me sentia feliz.
Sonhei que ia para o Brasil, mas voltava para cá. Não foi simplesmente isso, eu sonhei que era muito feliz minha volta pra Recife, eu ia a festas, via todos os meus amigos, inclusive ia a um aniversário da galera que já passou, e era tudo lindo, só sorrisos.
Depois eu voltava para casa e arrumava as malas pra viajar de novo.
Mainha ficava tristinha por eu ir e eu sentia sua tristeza, mas eu tinha que voltar porque era o que eu queria fazer e também porque aqui eu sabia que eu também me sentia feliz.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Vem menina...
Sonhei muita coisa essa noite, mas não lembro de quase nada!
Me lembro só de uma última parte, estava em uma loja de roupas bem brega, uma das que tem aqui em Huelva, carregava uma sacola comigo que não sei muito bem se eram compras de roupa. Ao mesmo tempo que eu entrava na loja, outra menina entrava também com muita pressa querendo provar um vestido, a vendedora super calma foi pegar o vestido pra moça e disse assim: "Me alegro que seja minha amiga, espero que sua filha esteja bem...". Eu não entendia nada, nem lembro se falava em espanhol ou em português, ficava confusa pensando se a filha da mulher estava do lado de fora esperando por ela ou algo assim.
Eu tinha entrado na loja pra prova um vestido rosa shock, tomara que caía, com flores cinza no busto... Meu despertador tocou e acordei com uma música na cabeça, "Vem menina", de Curumim...
Me lembro só de uma última parte, estava em uma loja de roupas bem brega, uma das que tem aqui em Huelva, carregava uma sacola comigo que não sei muito bem se eram compras de roupa. Ao mesmo tempo que eu entrava na loja, outra menina entrava também com muita pressa querendo provar um vestido, a vendedora super calma foi pegar o vestido pra moça e disse assim: "Me alegro que seja minha amiga, espero que sua filha esteja bem...". Eu não entendia nada, nem lembro se falava em espanhol ou em português, ficava confusa pensando se a filha da mulher estava do lado de fora esperando por ela ou algo assim.
Eu tinha entrado na loja pra prova um vestido rosa shock, tomara que caía, com flores cinza no busto... Meu despertador tocou e acordei com uma música na cabeça, "Vem menina", de Curumim...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Força Bruta!
"Não, não, não, não diga mais que
Este amor é como um sonho
Pois os sonhos acabam de manhã
E eu tenho que acordar"
Jorge Ben
Este amor é como um sonho
Pois os sonhos acabam de manhã
E eu tenho que acordar"
Jorge Ben
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Sonho esquecido
Pela segunda vez, acredito, sonhei com as pessoas daqui, mas o local do sonho, novamente, era o Brasil.
Lembro só um pouquinho, do pouquinho antes de acordar. Eu estava numa festa, bem grande, e encontrava Paloma e a prima dela. Acho que eu estava com Victoria porque ia olhando as pessoas... Droga, deixe pra escrever depois e me esqueci do sonho...
Lembro só um pouquinho, do pouquinho antes de acordar. Eu estava numa festa, bem grande, e encontrava Paloma e a prima dela. Acho que eu estava com Victoria porque ia olhando as pessoas... Droga, deixe pra escrever depois e me esqueci do sonho...
domingo, 8 de maio de 2011
Carnaval de Salvador
Uma das cidades brasileira sobre a qual eu mais falo por aqui é Salvador... Incrível isso, mas do que o Rio até, que perseguição!
Talvez por isso essa noite eu tenha sonhado com o carnaval de lá. Dessa vez estávamos eu e Milena juntas vendo os blocos afro. O sonho era meio confuso porque antes disso eu estava conversando sobre o carnaval de Salvador com uma menina e explicando sobre os blocos afro que são tradicionais e mais originais que os outros e tal... E de repente eu já estava no meio da multidão, ao lado de um trio elétrico, voltando porque o bloco tinha acabado. Foi quando Mila viu um paquera dela, da época do colégio e tentava me mostrar o menino, mas eu não o via, a gente começou a rodar que nem louca atrás do garoto até que chegamos num lugar estranho e vimos de longe uma galera trabalhando, de gravatinha e tudo dentro de um escritório. Mas ainda assim eu não via o menino... Eu só consegui ver um outro cara de lá do colégio cujo sobrenome é Seixas e na ideia de chamar atenção dele pra que o outro aparecera eu gritei, "Seeeeeeeeixaaaaaas...", e Milena morta de vergonha me puxou e saiu me arrastando morrendo de vergonha, eu ria tanto que quase não podia respirar, logo encontramos Dani e ela perguntava o que tinha acontecido e Milena explicava de uma forma muito estranha, "Juliana Brainer que me perguntou o nome daquela pedrinha lisa pequena, seixo, e fez a relação com o nome e gritou, Seeeeixaaaas". Eu continuei rindo até acordar tossindo de tanto rir!
Talvez por isso essa noite eu tenha sonhado com o carnaval de lá. Dessa vez estávamos eu e Milena juntas vendo os blocos afro. O sonho era meio confuso porque antes disso eu estava conversando sobre o carnaval de Salvador com uma menina e explicando sobre os blocos afro que são tradicionais e mais originais que os outros e tal... E de repente eu já estava no meio da multidão, ao lado de um trio elétrico, voltando porque o bloco tinha acabado. Foi quando Mila viu um paquera dela, da época do colégio e tentava me mostrar o menino, mas eu não o via, a gente começou a rodar que nem louca atrás do garoto até que chegamos num lugar estranho e vimos de longe uma galera trabalhando, de gravatinha e tudo dentro de um escritório. Mas ainda assim eu não via o menino... Eu só consegui ver um outro cara de lá do colégio cujo sobrenome é Seixas e na ideia de chamar atenção dele pra que o outro aparecera eu gritei, "Seeeeeeeeixaaaaaas...", e Milena morta de vergonha me puxou e saiu me arrastando morrendo de vergonha, eu ria tanto que quase não podia respirar, logo encontramos Dani e ela perguntava o que tinha acontecido e Milena explicava de uma forma muito estranha, "Juliana Brainer que me perguntou o nome daquela pedrinha lisa pequena, seixo, e fez a relação com o nome e gritou, Seeeeixaaaas". Eu continuei rindo até acordar tossindo de tanto rir!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Aproveitar o tempo
Essa noite eu sonhei com coisas que não me lembro exatamente, mas lembro que quando estava quase acordando, nesse momento que já não estamos mais no sono profundo, mas também não estamos completamente acordados, havia um pensamento fixo na minha cabeça, que eu deveria aproveitar melhor o tempo por aqui, sentia uma sensação de desperdício de tempo, como se eu não tivesse aproveitando tudo que está disponível...
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Fantasia de carnaval?
Essa noite tive um sonho metade engraçado e metade nojento...
Acho que estava em Recife na época do carnaval com um casal de amigos que conheci aqui em Huelva, Carmen e Stefan. E esse cara, que é alemao, de repente aparece com uma grande idéia de fantasia de carnaval, era algo como uma super heroína que soltava fogo e era toda vermelha, o problema é que ele chegou com uma especie de tinta que quando aderia ao corpo virava uma borracha, ou um tipo de látex. E nao sei porque, foi ele, Stefan que veio colocar isso no meu corpo, a começar pela bunda, pode??? E Carmen, do lado, só fazia rir!
Eu sei que parecia que estava sentindo o danado do negócio grudar na minha bunda até que fiquei com a bunda toda coberta, e paramos por aí, talvez porque no fim das contas nos demos conta que a idéia era uma merda. Depois disso encontrei uma calça vermelha velha, que realmente existe, e que a tenho desde os 14 anos, e tive a idéia de ir com ela e colocar uma blusa vermelha para compor a fantasia, mas continuava com a bunda toda colada e Stefan me dizia, "deixa que eu tiro isso" e eu, "nao, eu consigo tirar!"
Consegui por fim tirar a borracha, mas só de uma banda da bunda e enquanto fazia isso conversava com Stefan e lhe dizia, "É bom, que assim eu me depilo, seria melhor se fosse mais pra dentro, assim eu já tiraria tudo!" Hahahahhahahah
E Carmen o tempo todo no sonho rindo como uma louca!
Depois disso eu saía e pegava uma ônibus sozinha pra ir pro carnaval, mas ele ia em uma direçao completamente oposta de Olinda, cruzava toda a avenida Norte em direçao a saída da cidade e no caminho, nas calçadas havia um monte de gente, moradores de rua, se comendo, eram homens sujos, gordos, horríveis que estavam nus e acho que bêbados transando no meio da rua! E isso me dava um nojo tao grande que eu acabei acordando, acho que pra nao ter que ficar olhando pra aquilo.
Acho que estava em Recife na época do carnaval com um casal de amigos que conheci aqui em Huelva, Carmen e Stefan. E esse cara, que é alemao, de repente aparece com uma grande idéia de fantasia de carnaval, era algo como uma super heroína que soltava fogo e era toda vermelha, o problema é que ele chegou com uma especie de tinta que quando aderia ao corpo virava uma borracha, ou um tipo de látex. E nao sei porque, foi ele, Stefan que veio colocar isso no meu corpo, a começar pela bunda, pode??? E Carmen, do lado, só fazia rir!
Eu sei que parecia que estava sentindo o danado do negócio grudar na minha bunda até que fiquei com a bunda toda coberta, e paramos por aí, talvez porque no fim das contas nos demos conta que a idéia era uma merda. Depois disso encontrei uma calça vermelha velha, que realmente existe, e que a tenho desde os 14 anos, e tive a idéia de ir com ela e colocar uma blusa vermelha para compor a fantasia, mas continuava com a bunda toda colada e Stefan me dizia, "deixa que eu tiro isso" e eu, "nao, eu consigo tirar!"
Consegui por fim tirar a borracha, mas só de uma banda da bunda e enquanto fazia isso conversava com Stefan e lhe dizia, "É bom, que assim eu me depilo, seria melhor se fosse mais pra dentro, assim eu já tiraria tudo!" Hahahahhahahah
E Carmen o tempo todo no sonho rindo como uma louca!
Depois disso eu saía e pegava uma ônibus sozinha pra ir pro carnaval, mas ele ia em uma direçao completamente oposta de Olinda, cruzava toda a avenida Norte em direçao a saída da cidade e no caminho, nas calçadas havia um monte de gente, moradores de rua, se comendo, eram homens sujos, gordos, horríveis que estavam nus e acho que bêbados transando no meio da rua! E isso me dava um nojo tao grande que eu acabei acordando, acho que pra nao ter que ficar olhando pra aquilo.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Sem tempo
Desde o fim de semana eu estava sem tempo pra escrever por aqui, ainda nao tenho porque estou escrevendo durante a aula. Mas fico com medo de esquecer os sonhos que tive esses dias.
Vou falar de dois que foram bem interessantes, no sábádo eu sonhei com meu pai, no sonho a gente se encontrava e começava a falar das coisas que aconteceram entre a gente, especialmente as brigas.
A sensaçao era muito boa, porque eu podia dizer tudo que eu pensava a respeito do que tinha acontecido em cada briga sem me preocupar se ele iria ficar irritado com qualquer coisa que eu dissesse. O mais legal foi que a medida que eu ia falando sobre uma determinada briga a memória das outras ia se apagando automaticamente, e de repente eu me via tentando lembrar das outras coisas que eu queria dizer ou questionar e já nao sabia mais o que dizer porque tudo tinha desaparecido da minha mente.
O outro sonho que tive, que nao lembro exatamente o dia, foi sobre voltar pra o Brasil. Mas esse foi o primeiro sonho tranquilo que tive sobre esse assunto, nos outros eu sempre estava aperriada porque ia perder o aviao pra cá ou pra casa ou que eu ia sem possibilidade de voltar... E esse eu sonhei que havia chegado em casa muito tranquila, feliz, matando a saudade de todo mundo e tinha muito claro que ia voltar pra cá em outubro como se eu tivesse só fazendo uma visita, coisa que eu gostaria tanto de fazer...
Vou falar de dois que foram bem interessantes, no sábádo eu sonhei com meu pai, no sonho a gente se encontrava e começava a falar das coisas que aconteceram entre a gente, especialmente as brigas.
A sensaçao era muito boa, porque eu podia dizer tudo que eu pensava a respeito do que tinha acontecido em cada briga sem me preocupar se ele iria ficar irritado com qualquer coisa que eu dissesse. O mais legal foi que a medida que eu ia falando sobre uma determinada briga a memória das outras ia se apagando automaticamente, e de repente eu me via tentando lembrar das outras coisas que eu queria dizer ou questionar e já nao sabia mais o que dizer porque tudo tinha desaparecido da minha mente.
O outro sonho que tive, que nao lembro exatamente o dia, foi sobre voltar pra o Brasil. Mas esse foi o primeiro sonho tranquilo que tive sobre esse assunto, nos outros eu sempre estava aperriada porque ia perder o aviao pra cá ou pra casa ou que eu ia sem possibilidade de voltar... E esse eu sonhei que havia chegado em casa muito tranquila, feliz, matando a saudade de todo mundo e tinha muito claro que ia voltar pra cá em outubro como se eu tivesse só fazendo uma visita, coisa que eu gostaria tanto de fazer...
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Sonho incontável
Droga... outra sonho "incontável", não da nem pra tentar substituir nomes ou contar a história sem fala dos personagens, seria necessário contar outra história pra poder contar esta... Eu imagino que pouca gente passa por aqui, mas mesmo assim... Eu acho que justo no dia que eu escrever uma historinha bem cabeluda a coisa poder sair mal. Melhor eu ficar quietinha...
Bom, vamos aos sentimentos... não teve muitos em relação as pessoas que estavam no sonho, mas agora, pensando bem, parece que eu estou fazendo uma relação das pessoas do passado com as que eu tenho convivido agora. Quer dizer, mesmo estando em outro país, convivendo com outras pessoas, outra cultura... Encontro gente com quem poderia ter o mesmo tipo de relação que eu tive no passado. Será que eu posso dizer que se eu tivesse agido diferente antes as coisas teriam "melhores". Na História não existe "SE" e eu juro que tento viver sem pensar nesses "SES", mas às vezes fantasio um pouco sobre o passado, não muito, minhas fantasias em realidade são mais sobre o futuro, mesmo que os personagens sejam pessoas do passado. Enfim, pra concluir espero fazer diferente dessa vez, mas acho que já estou fazendo, será que eu mudei?
Bom, vamos aos sentimentos... não teve muitos em relação as pessoas que estavam no sonho, mas agora, pensando bem, parece que eu estou fazendo uma relação das pessoas do passado com as que eu tenho convivido agora. Quer dizer, mesmo estando em outro país, convivendo com outras pessoas, outra cultura... Encontro gente com quem poderia ter o mesmo tipo de relação que eu tive no passado. Será que eu posso dizer que se eu tivesse agido diferente antes as coisas teriam "melhores". Na História não existe "SE" e eu juro que tento viver sem pensar nesses "SES", mas às vezes fantasio um pouco sobre o passado, não muito, minhas fantasias em realidade são mais sobre o futuro, mesmo que os personagens sejam pessoas do passado. Enfim, pra concluir espero fazer diferente dessa vez, mas acho que já estou fazendo, será que eu mudei?
quinta-feira, 31 de março de 2011
Buscavida!
Não to gostando nada disso, to acordando muito cedo, hoje mesmo acordei às 6h37, tudo bem porque eu tinha que acordar as 7h, mas mesmo assim, chega o fim de semana e mesmo que eu saia e volte tarde me acordo super cedo também, saco!
Enfim, essa noite sonhei outra vez que tava no Brasil e que estava assistindo televisão o dia inteiro no sofá, me sentia uma gorda infeliz. Não sei se isso foi uma imagem do passado ou do futuro, porque o sofá que eu estava deitada era um antigo sofá da minha casa, capaz que era uma visão do passado pra eu não me esquecer e fazer algo diferente agora.
Enfim, essa noite sonhei outra vez que tava no Brasil e que estava assistindo televisão o dia inteiro no sofá, me sentia uma gorda infeliz. Não sei se isso foi uma imagem do passado ou do futuro, porque o sofá que eu estava deitada era um antigo sofá da minha casa, capaz que era uma visão do passado pra eu não me esquecer e fazer algo diferente agora.
terça-feira, 29 de março de 2011
Sonho do sonho
Essa noite eu sonhei que acordava de outro sonho e pensava se escrevia ou não no blog o que eu tinha sonhado, mas como o tal sonho tinha sido erótico ficava imaginando que não ia conseguir escrever.
Eu já refleti um pouco sobre isso, sobre escrever aqui coisas que podem expor algumas pessoas e até a mim mesma porque eu não controlo meus sonhos e eles refletem muito da realidade que vejo, que escuto, que falo...
Um dia desses eu estava conversando com minha amiga uruguaya porque havia sonhado com a morte de uma pessoa da minha família, coisa que eu não queria escrever pra não perpetuar esse pensamento e ela me sugeriu que eu poderia escrever a forma como me senti no sonho e não de fato o que acontecia... Não sei se consigo fazer isso porque eu sou muito direta, nunca consegui desenvolver uma maneira não literal de dizer as coisas, mas de qualquer forma vou tentar e vê o que sai:
Mais uma vez esse sentimento me consome, mas agora não é mais real, está somente na minha cabeça, mesmo assim a ideia ainda me consome. No momento do sono, no momento de maior relaxamento do corpo e da mente, eu posso não só sentir emoções, como também, ver, cheirar, tocar de uma forma tão real que me engana.
Foi o que aconteceu esta noite, não queria sair, queria ficar pra ver até onde eu ia chegar, mas não sei porque é tão difícil chegar até o fim dos meus sonhos, eles sempre acabam pela metade... Acabando também com o meu prazer ou me aliviando do perigo. Tentei tomar o trem de volta ao mundo dos sonhos pra continuar de onde eu havia parado, mas todo mundo sabe que isso é impossível... Mas tudo bem, hoje de noite, quem sabe, tem mais...
Eu já refleti um pouco sobre isso, sobre escrever aqui coisas que podem expor algumas pessoas e até a mim mesma porque eu não controlo meus sonhos e eles refletem muito da realidade que vejo, que escuto, que falo...
Um dia desses eu estava conversando com minha amiga uruguaya porque havia sonhado com a morte de uma pessoa da minha família, coisa que eu não queria escrever pra não perpetuar esse pensamento e ela me sugeriu que eu poderia escrever a forma como me senti no sonho e não de fato o que acontecia... Não sei se consigo fazer isso porque eu sou muito direta, nunca consegui desenvolver uma maneira não literal de dizer as coisas, mas de qualquer forma vou tentar e vê o que sai:
Mais uma vez esse sentimento me consome, mas agora não é mais real, está somente na minha cabeça, mesmo assim a ideia ainda me consome. No momento do sono, no momento de maior relaxamento do corpo e da mente, eu posso não só sentir emoções, como também, ver, cheirar, tocar de uma forma tão real que me engana.
Foi o que aconteceu esta noite, não queria sair, queria ficar pra ver até onde eu ia chegar, mas não sei porque é tão difícil chegar até o fim dos meus sonhos, eles sempre acabam pela metade... Acabando também com o meu prazer ou me aliviando do perigo. Tentei tomar o trem de volta ao mundo dos sonhos pra continuar de onde eu havia parado, mas todo mundo sabe que isso é impossível... Mas tudo bem, hoje de noite, quem sabe, tem mais...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Sonho sem fim
Tudo começou quando eu estava conversando com meu amante. Quer dizer, a amante era eu, porque essa pessoa tava casada, mas enfim, estávamos falando de um casal cujo um parente da menina havia morrido e o rapaz, o seu companheiro, que não era ainda um namorado, lhe dava muita atenção, se convertia em uma pessoa muito amável nesse momento. Eu comentava que achava isso lindo e que parecia que essa relação deles daria certo por conta dessa atenção que ele dedicou a ela nesse momento, então meu "caso", com quem eu tinha uma ótima relação, dizia ou de alguma forma demonstrava uma estranheza em relação ao que eu tava dizendo... Não concordava, achava que isso não queria dizer nada.
Ao longo do sonho muitas coisas aconteceram, eu morava com minha família numa casa grande e meu avó por parte de pai vinha morar conosco, mas acabava falecendo como realmente faleceu, perto do dia do seu aniversário que era no mesmo dia do da minha irmã. Nesse momento todo o sonho muda, de repente eu estou me vejo só, sem minha família, apenas com três pessoas, e nós tínhamos que passar por um lugar que era proibida a nossa entrada, não sei muito bem porque, mas que era super bem protegido. Isso tudo para chegar ao funeral do meu avô.
Aí começou a agonia, primeiro nós tirávamos a roupa pra que ninguém percebesse que a gente era de fora e ficávamos abaixadas ou escondidas em cada lugar que passávamos pra que nenhum dos guardas que as vezes apareciam na janela nos visse. Em uma sala dessa casa, que às vezes não parecia ser uma casa, estava cheia de gente e nós entramos e ficamos deitados no chão atrás de um sofá. Era estranho porque parecia que as pessoas nos viam, mas não nos olhavam e não falavam nada porque não nos conheciam, mas também não nos denunciavam aos seguranças do lado de fora. Bom, as duas pessoas que me acompanhavam que nesse momento era um rapaz negro e uma menina, começaram a cantar a música que estava tocando e tentaram se levantar pra olhar, como se achassem que poderiam participar, e eu ficava super irritada achando que assim eles estavam colocando em risco nossa segurança. Quando a música parou e todos foram embora, nos levantamos e eu fui pegar minha bolsa e meu casaco que estavam em uma cadeira, mas nesse momento me dei conta que essas coisas não eram mais minhas, que eu as havia deixado do lado de fora quando tirei a roupa pra fugir, para que ninguém visse que eu não era dalí, então minhas coisas foram dadas a outra pessoa... Essa percepção me dava um raiva, eu comecei a gritar com os dentes cerrados porque não podia fazer barulho e bater o meu casaco no chão, pensando, "Que merda, além de ser perseguida ainda tenho que ver que outras pessoas ficaram com as minhas coisas!"
Depois disso eu saí dessa sala e fui pra outro quarto pra ver se eu encontrava roupas pra vestir. No quarto onde entrei estavam roupas das minhas primas que estavam viajando, tudo muito organizado, eu já conhecia esse quarto, era como um anexo da casa que havia sido construído pra filha dos donos que havia se casado e morava aí... Outro ármario que eu abria só tinha roupas da minha mãe, sapatos e fotos com coisas escritas sobre meu irmão, comecei então a procurar uma foto que tivesse algo escrito sobre mim e de repente eu já estava em outro lugar, no mesmo que aparecia nas fotos que eu tava olhando. Era um deserto e eu tinha que fugir porque apareciam os guardas que haviam descuberto que havia invasores. Eu saí correndo do quarto pelas montanhas, primeiro porque alguma coisa me chamava atenção de longe e depois porque eu vi que estavam chegando os seguranças. Eu via também uma família que tentava fugir, mas as cercas elétricas magnéticas não deixavam... Esse sonho não teve fim, claro, a maioria dos sonhos não têm porque a gente acaba acordando em um momento de excitação do sonho, ou seja, se eu ainda estivesse dormindo, ainda estaria sonhando e capaz que até agora ainda não teria conexão com as outras partes dos sonho.
Ao longo do sonho muitas coisas aconteceram, eu morava com minha família numa casa grande e meu avó por parte de pai vinha morar conosco, mas acabava falecendo como realmente faleceu, perto do dia do seu aniversário que era no mesmo dia do da minha irmã. Nesse momento todo o sonho muda, de repente eu estou me vejo só, sem minha família, apenas com três pessoas, e nós tínhamos que passar por um lugar que era proibida a nossa entrada, não sei muito bem porque, mas que era super bem protegido. Isso tudo para chegar ao funeral do meu avô.
Aí começou a agonia, primeiro nós tirávamos a roupa pra que ninguém percebesse que a gente era de fora e ficávamos abaixadas ou escondidas em cada lugar que passávamos pra que nenhum dos guardas que as vezes apareciam na janela nos visse. Em uma sala dessa casa, que às vezes não parecia ser uma casa, estava cheia de gente e nós entramos e ficamos deitados no chão atrás de um sofá. Era estranho porque parecia que as pessoas nos viam, mas não nos olhavam e não falavam nada porque não nos conheciam, mas também não nos denunciavam aos seguranças do lado de fora. Bom, as duas pessoas que me acompanhavam que nesse momento era um rapaz negro e uma menina, começaram a cantar a música que estava tocando e tentaram se levantar pra olhar, como se achassem que poderiam participar, e eu ficava super irritada achando que assim eles estavam colocando em risco nossa segurança. Quando a música parou e todos foram embora, nos levantamos e eu fui pegar minha bolsa e meu casaco que estavam em uma cadeira, mas nesse momento me dei conta que essas coisas não eram mais minhas, que eu as havia deixado do lado de fora quando tirei a roupa pra fugir, para que ninguém visse que eu não era dalí, então minhas coisas foram dadas a outra pessoa... Essa percepção me dava um raiva, eu comecei a gritar com os dentes cerrados porque não podia fazer barulho e bater o meu casaco no chão, pensando, "Que merda, além de ser perseguida ainda tenho que ver que outras pessoas ficaram com as minhas coisas!"
Depois disso eu saí dessa sala e fui pra outro quarto pra ver se eu encontrava roupas pra vestir. No quarto onde entrei estavam roupas das minhas primas que estavam viajando, tudo muito organizado, eu já conhecia esse quarto, era como um anexo da casa que havia sido construído pra filha dos donos que havia se casado e morava aí... Outro ármario que eu abria só tinha roupas da minha mãe, sapatos e fotos com coisas escritas sobre meu irmão, comecei então a procurar uma foto que tivesse algo escrito sobre mim e de repente eu já estava em outro lugar, no mesmo que aparecia nas fotos que eu tava olhando. Era um deserto e eu tinha que fugir porque apareciam os guardas que haviam descuberto que havia invasores. Eu saí correndo do quarto pelas montanhas, primeiro porque alguma coisa me chamava atenção de longe e depois porque eu vi que estavam chegando os seguranças. Eu via também uma família que tentava fugir, mas as cercas elétricas magnéticas não deixavam... Esse sonho não teve fim, claro, a maioria dos sonhos não têm porque a gente acaba acordando em um momento de excitação do sonho, ou seja, se eu ainda estivesse dormindo, ainda estaria sonhando e capaz que até agora ainda não teria conexão com as outras partes dos sonho.
Por fim...
Ufa, essa noite eu não tive sonhos internacionais... Mas também não lembro direito o que sonhei... Algo sobre o meu nome ser muito grande...
terça-feira, 22 de março de 2011
Mais uma vez
Nao lembro do sonho dessa noite, mas com certeza sonhei que tava no Brasil, tanto que acordei e fiquei na dúvida se estava em casa espanhola ou brasileira...
segunda-feira, 21 de março de 2011
Blog de Buca
Olha aí, encontrei um blog muito lindo de uma pessoa que conheço faz anos já! O nome dela é Bruna Monteiro e ela escreve sobre ser e se transformar em uma Mãe, o nome do blog é Mãetamorfose. E eu coloquei aqui porque ser mãe um dia também é um sonho pra mim, mas esse é um dos que eu sonho quando estou acordada!
http://www.maetamorfose.com/
http://www.maetamorfose.com/
Outra vez
Parece que começou agora a série de sonhos, "Volta pro Brasil". Que sonho ruim, vixe! Desempregada, sem ter o que fazer, escutando histórias magníficas das minhas amigas sobre viagens que tinham feito juntas e eu tentando ficar bem num diacho de um vestido branco, usando aqueles shortinhos de meia calça pra prender a barriga, que tinham me dado de presente (Que presente é esse???) e eu tinha adorado, mas ficava tudo aparecendo no vestido que era muito transparente. Pra piorar eu estava menstruada tentando trocar o danado do absorvente que não era introdutório num banheiro de um lugar que parecia uma padaria onde tinha uma fila gigante com crianças e velhinhos e a porta não fechava direito! Esse é meu grande pesadelo, que são dois na verdade, o outro é sair do banheiro com a ponta do vestido presa na calcinha, mas isso não é um assunto agora (Obrigada pela frase Crauda!).
É isso, minha volta pra o Brasil... Pelo menos não acordei de mau humor, achei até engraçado!
É isso, minha volta pra o Brasil... Pelo menos não acordei de mau humor, achei até engraçado!
domingo, 20 de março de 2011
A volta
Não lembrava que fazia tanto tempo que não escrevia aqui no blog, não escrevo mais ou menos desde que cheguei aqui, ou seja, quase quatro meses.
É claro que nesses quatro meses eu sonhei com muita coisa, mas um sonho me marcou muito porque o tive várias vezes e era assim, eu voltava pra o Brasil por algum motivo muito importante, como algum problema de saúde na família ou qualquer outra coisa, e na hora de voltar eu perdia o vôo! Isso me deixava completamente deprimida e eu não sabia o que fazer, e era um conflito muito grande, porque ao mesmo tempo que eu queria voltar pra Espanha eu pensava que podia ficar também pra ajudar no tal problema que tava rolando em Recife. Em outro muito parecido eu sonhava que tava no Brasil e não tinha dinheiro pra comprar a passagem de volta. Enfim, parece realmente que eu quero ficar por aqui, né?
Na verdade, o sonho que me fez parar pra escrever hoje foi justamente o contrário dos que eu vinha sonhando nesses últimos quatro meses. Essa noite eu sonhei que estava na Espanha e não conseguia voltar pro Brasil, eu pensava que ia viajar de noite, mas meu avião saía às 17h15 e eu só me dava conta disso às 17h e não tinha nada arrumado. Senti o mesmo desespero de antes, a sensação de ter perdido uma oportunidade de fazer algo que eu queria muito.
É claro que nesses quatro meses eu sonhei com muita coisa, mas um sonho me marcou muito porque o tive várias vezes e era assim, eu voltava pra o Brasil por algum motivo muito importante, como algum problema de saúde na família ou qualquer outra coisa, e na hora de voltar eu perdia o vôo! Isso me deixava completamente deprimida e eu não sabia o que fazer, e era um conflito muito grande, porque ao mesmo tempo que eu queria voltar pra Espanha eu pensava que podia ficar também pra ajudar no tal problema que tava rolando em Recife. Em outro muito parecido eu sonhava que tava no Brasil e não tinha dinheiro pra comprar a passagem de volta. Enfim, parece realmente que eu quero ficar por aqui, né?
Na verdade, o sonho que me fez parar pra escrever hoje foi justamente o contrário dos que eu vinha sonhando nesses últimos quatro meses. Essa noite eu sonhei que estava na Espanha e não conseguia voltar pro Brasil, eu pensava que ia viajar de noite, mas meu avião saía às 17h15 e eu só me dava conta disso às 17h e não tinha nada arrumado. Senti o mesmo desespero de antes, a sensação de ter perdido uma oportunidade de fazer algo que eu queria muito.
Assinar:
Postagens (Atom)